
O número entra pelo QR Code
A conexão é cadastrada, o hub prepara a sessão e a tela mostra o código para ler no celular. Quando a câmera não ajuda, existe o código de pareamento.
Conversas que trabalham
Conecte canais, organize mensagens e construa fluxos que resolvem o próximo passo sem perder o contexto da equipe.
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O que muda na rotina
Toda empresa que atende por WhatsApp conhece a mesma cena: a pergunta que se repete dez vezes por dia, a mensagem que chega às onze da noite, o lead que entra sem nome e sem documento, e a transferência que só acontece porque alguém lembrou de encaminhar. Enquanto isso, o histórico da conversa fica guardado no celular de quem atendeu, e sai da empresa junto com ele.
Aqui a conversa entra por uma conexão gerenciada, roda dentro de um fluxo desenhado por você e termina no CRM: com o dado capturado, a etiqueta aplicada, o card criado e a transferência registrada. O que a automação não resolve, ela entrega para o atendente com o contexto já coletado — e o que ela resolve sozinha continua auditável, passo a passo.
Como a conversa anda
Um começa quando o número entra no ar e a primeira mensagem chega. O outro começa antes disso, na hora em que alguém senta e desenha a jornada. Na prática os dois se encontram na primeira resposta que o cliente recebe.
Do código lido no celular até o atendente assumir a conversa com o contexto pronto.

A conexão é cadastrada, o hub prepara a sessão e a tela mostra o código para ler no celular. Quando a câmera não ajuda, existe o código de pareamento.

Cada mensagem recebida vira uma conversa no atendimento, com texto, imagem, áudio e documento no mesmo lugar. O histórico deixa de morar no celular de quem atendeu.

Antes de qualquer pessoa, o fluxo cumprimenta, apresenta o menu, valida o documento informado e consulta o sistema. Fora do expediente, responde com a mensagem que você cadastrou.

Quando a regra manda transferir, o robô é pausado naquele contato e a conversa entra na fila do departamento, com o que já foi capturado e o protocolo, se o fluxo gerou um.
A jornada desenhada uma vez, disparada por evento ou por data, e medida no fim do mês.

Blocos arrastados no canvas e ligados por caminhos condicionais. Antes de ativar, o sistema aponta no próprio desenho onde o fluxo quebra: bloco sem destino, subfluxo circular, laço sem saída.

Um card que muda de etapa no funil, uma pesquisa respondida, um aviso recebido de outro sistema, uma data comemorativa. O fluxo começa sem ninguém clicar.

Público montado por etiquetas e filtros, com a contagem conferida antes do disparo. A fila usa intervalo variável entre mensagens, aquecimento progressivo e janela de envio.

Sessões iniciadas, transferências para humano, taxa de transferência, tempo médio de conversa e os blocos mais executados no período escolhido.
Os dois fluxos dependem um do outro: sem conexão ativa, a jornada mais bem desenhada não recebe nada; sem fluxo publicado, a conexão apenas empilha mensagens numa fila humana. O monitor de execuções mostra o que rodou, o que está na fila e o que falhou — e o reprocessamento de um erro é sempre feito por uma pessoa autorizada, nunca automaticamente.
Especificações
Abra apenas o bloco que interessa. O resto continua fora do caminho.
Para quem é
Monta a jornada no construtor, valida o desenho, testa com dados reais e só então ativa.
Recebe a conversa já qualificada, com o dado capturado e o motivo da transferência à vista.
Define expediente, departamentos e regras de autoatendimento, e acompanha as métricas do robô.
Monta o público por etiqueta, confere a contagem e acompanha a fila da campanha até o fim.
Cuida da conexão, das rotinas agendadas no servidor e do monitor de erros da automação.
Integrações e pré-requisitos
Este é o bloco mais importante da página. Preferimos dizer isso antes da contratação, e não durante a implantação.
Uma automação de WhatsApp só é confiável quando a empresa combinou antes o que acontece no dia em que o número é restrito, no dia em que a rotina do servidor para e no dia em que a regra falha no meio da conversa. É essa conversa que preferimos ter antes da proposta.
Evolução documentada · 29/07/2026
Cada etapa tem plano, execução, validação e limitação registrados. É de lá que sai o que está descrito nesta página.
A operação de WhatsApp virou um produto próprio, com painel, API, banco PostgreSQL e runtime independentes. O sistema deixou de ligar processos no servidor e passou a conversar com o hub por requisição e aviso assinado.
Resposta citada, reação, favorito, mensagem fixada, encaminhamento, busca dentro da conversa e áudio gravado na hora entraram na tela de atendimento, sem tirar o que já funcionava.
Sistema e hub passaram a ter publicações independentes: atualizar um deixou de exigir mexer no outro, e cada parte pode ser validada sozinha depois da subida.
Uma sessão pode estar tecnicamente conectada e ainda assim ter o envio recusado pelo WhatsApp. Quando a recusa é confirmada, a conexão passa a aparecer como conectada e restrita, em vermelho, e só volta ao normal depois de um envio confirmado.
O indicador reage ao próximo aviso recebido e não reconstrói incidentes anteriores. Conexão, certificado, credencial e restrição aplicada pelo WhatsApp continuam sendo dependências externas ao sistema.
Perguntas rápidas
Pode. A restrição é uma decisão da própria plataforma e nenhum fornecedor consegue impedi-la. O que o sistema faz é reagir: quando um envio é recusado por conta restrita, aquela conexão passa a aparecer como conectada e restrita, em vermelho, para a equipe parar de disparar e tratar o caso. A marca só sai depois de um envio confirmado. Reduzir o risco depende de consentimento do destinatário, ritmo de envio e aderência à política do canal.
Não. A contratação é modular e o começo costuma ser a conexão do número mais uma jornada, a que mais consome tempo da equipe hoje. Os fluxos seguintes entram depois, no mesmo construtor, sem refazer o que já está no ar.
O fluxo transfere para o departamento humano e o robô é pausado naquele contato, para não atropelar o atendente. A conversa chega com o que já foi capturado, e o motivo da transferência fica registrado. Você também define o que acontece fora do expediente, com mensagem e fluxo próprios.
Não há execução instantânea garantida. A mensagem recebida chega pelo aviso da conexão, mas as automações por evento, as automações por data e as esperas dentro do fluxo dependem de rotinas agendadas no servidor. Sem essas rotinas ativas, o evento fica registrado e não é executado no tempo esperado.
Não pela conexão. Não existe importação completa de contatos nem de histórico direto do WhatsApp, e grupos não fazem parte da entrega confirmada. Uma carga de contatos a partir de uma base real da empresa é outra conversa: depende de amostra, formato, volume e qualidade avaliados antes.
Consegue, com condição. Existem o bloco de requisição a outro sistema, o bloco de webhook e o bloco de dados, com conectores para MySQL e MariaDB, PostgreSQL, SQL Server e SQLite. A existência do bloco não garante a integração: cada caso depende de documentação, autenticação, credencial, volume e homologação no ambiente.
Servem como ponto de partida. O modelo abre o desenho dentro do construtor, mas texto, regras, condições e destinos precisam ser adaptados ao processo da empresa e homologados com dados reais antes de ir ao ar. Nenhum modelo entra em produção sem essa passagem.
Próximo passo
Conte o canal que você usa hoje, o volume de conversas e o momento exato em que alguém precisa assumir. A equipe ajuda a definir a primeira jornada, o que precisa ser configurado no servidor e o que fica combinado sobre os limites do canal.
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